Olho em volta …
Vejo tudo, não vejo nada
A dor que atormenta e apaga
A liberdade de voltar a nascer
Tudo em volta é obscuramente inquieto
Para quê ser livre?
Este desassossego constante
Vai e volta das nuvens
Como profecia sem significado
Ou vida sem sentido algum
A chuva cai antes da aurora
Fria e determinada
Que não irá passar de apenas
A chuva que me arrefece os dias mortos
Onde já nada tem sossego...
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