terça-feira, 10 de maio de 2011
Memórias
Ficamos horas sentados a olhar o que a vida nos deu para ver, sentimos a ventania dos poetas entrar na larga medalha ... sem justificar tal notícia abrimos um livro memórias ... umas sãs outras insanas, mas todas eram memórias ... de centenas de páginas folheadas encontra-se uma velha e desgastada ... cada leitura cada arrepio e, tentando soletrar o que lá se encontrava escrito o dia parara ... o papel era rasgado naquele preciso instante e colocado nas leis naturais ... um manuscrito dizendo que o beijo não é eterno nem a eternidade dura para sempre ...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário